domingo, 18 de maio de 2008






A Rede Globo e a mediática declara Guerra a Comunidade Negra afro-descendente brasileira

A Rede Globo de Televisão a maior do Mundo declarou Guerra a Sociedade Negra afro-brasileira, a mesma tem usado todo o seu poder, e faz uma campanha sistemática muitas vezes de uma maneira covarde perversa e mentirosa usando de recursos sórdidos, criando situações onde o negro parece o vilão da história, onde na verdade elas são vitimas de racismo, preconceito, discriminações e a segregação.
O padrão de qualidade Globo eugênista baseado nas idéias racistas de Artthur Gobineau Theodore Herzl, fundador do judaico sionista hoje a Globo televisão, jornais e serviços aliados da editora Abril do judeu Civita e da Folha de São Paulo jornal dos judeus Frias, desenvolvem campanhas sem integras contra aspirações da Comunidade Afro-Brasileira através de matérias falsas, com a única finalidade de confundir e sabotar buscando em dados de outros países de doutores racistas e a serviço do capitalismo e do imperialismo Internacional, falsos estudos e pesquisas com o único propósito de eternizar as minorias os negros e índios como sub-raça incapazes de autonomias culpando os negros da miséria e da violência do Brasil, essa mediática comandada por Ali Kammel o homem de confiança dos Marinhos, filhos do falecido do magnata Roberto Marinho tido como o dono do Brasil, homem que elegeu e derrubou vários Presidentes da Republica Brasileira, que conseguiu seu Império, através de atos de esperteza, sendo aliado dos Governos da Ditadura Militar, servindo o Imperialismo Americano e ao Estado de Israel, hoje a Rede Globo e como sempre passa uma imagem de honestidade e preocupação com o social, mas na verdade vive entre suspeitas de corrupção, atividade de lesar a Pátria, usando de seu Gigante aparelho de cooptação e favorecimento, a Rede Globo deve segundo outras mídias jornalísticas mais de 2 bilhões e meio ao BNDS e mais de 10 bilhões a empréstimos estrangeiros, tendo problemas com Fisco Italiano com a não renovação da concessão da RCTV pelo Presidente Hugo Chávez da Venezuela, e a grande Guerra do mercado publicitário com as Concorrentes. Hoje dois fatos debilitam moralmente a TV Globo o 1º é a internet que possibilita inúmeras informações as verdades e as mentiras, e a 2º é a própria observação do povo, é de ver os mega parques jornalísticos como Rio e São Paulo ao lado de favelas e miséria mostrando que a riqueza deste da nossa elite é que levam o povo brasileiro viver na miséria visível onde boa parte ou vive do sub-desemprego, pagar super salários de R$ 1 milhão e de até 3 milhões por mês a diretores, jornalistas e atores, é sabido também que empréstimos realizados nos períodos do Presidentes Collor, Sarney e de Fernando Henrique Cardoso verbas que eram para ser destinadas para a Construção de casas, hospitais postos de saúde, e saneamento básico e até da educação, foram para os empreendimentos da TV Globo e Roberto Marinho. Esta Organização sempre teve a serviço da elite dos empresários e da política oligarca e com certeza o Imperialismo Americano e aliada ao Estado de Israel, distorcendo e forjando informações três exemplos: recentemente marcaram estas posições maléficas a 1º Foi a tentava de todas as formas de descaracterizar o Governo do Presidente Hugo Chávez da Venezuela, colocando-o como ditador e inimigo do povo brasileiro, ligando o mesmo ao tráfico de

domingo, 11 de maio de 2008

As elites do Brasil tentam exterminar o direito dos negros afro-descendentes

CLIPPING
05/05/2008 - Fonte: Agência Câmara
120 anos atrasada, do 13 de maio da abolição da escravatura onde os negros foram libertados mas foram excluídos de direitos e incentivos ao contrario das imigrações que aqui chegavam, causando ao coletivo negro a desigualdade e a fragilidade marginalizando-nos o coletivo negro dentro do contexto social, econômico do Brasil, apesar de todas as entidades e movimentos negros vem enfrentando um loby poderosos das elites dominantes, liderados pela rede Globo contra leis que possibilitariam aos negros uma melhor vida econômica, social, de saúde, educacional, e na qualidade de vida do povo negro afro-descendente
Estatuto racial leva cotas para empresas, governo e TV
A criação de cotas para afro-descendentes no serviço público, em escolas, empresas privadas, partidos políticos, novelas e comerciais é um dos pontos mais polêmicos do Projeto de Lei 6264/05, que institui o Estatuto da Igualdade Racial. A opinião é do relator da proposta, deputado Antônio Roberto (PV-MG), que pretende concluir seu relatório no mês que vem, para que ele seja votado na comissão especial até julho.Outro item considerado "complicado" por ele é o trecho que regulariza a posse da terra ocupada pelos chamados quilombolas - os remanescentes dos antigos quilombos que não têm a posse definitiva das terras. Apesar de identificar esses dois pontos "polêmicos", o deputado mineiro pretende manter o texto que foi aprovado pelo Senado. "Vou levar em conta as emendas, mas, em princípio, minha intenção é relatar tal qual o estatuto está", disse.O presidente da Comissão Especial do Estatuto da Igualdade Racial, deputado Carlos Santana (PT-RJ), também espera urgência na aprovação do estatuto para começar a trabalhar "em outra frente", que é garantir recursos orçamentários para a aplicação do estatuto. "Já temos vários deputados se mobilizando para garantir a aplicação das políticas afirmativas já em 2009", declarou. Mercado de trabalho"Um exemplo concreto desse novo foco será a inclusão no mercado de trabalho dos milhares de cotistas que se formaram sob as regras do Prouni, que têm notas melhores que as dos não cotistas, mas não conseguem entrar no mercado de trabalho. Vamos ter que aprofundar essa discussão sobre como inseri-los no mercado de trabalho, porque não há mais o argumento de baixa qualificação", acrescentou. O Prouni é um programa do governo federal que concede bolsas de estudos integrais e parciais a estudantes de baixa renda (a maioria negra), em cursos de graduação e seqüenciais de formação específica. Em contrapartida, as instituições privadas de educação superior recebem isenção de alguns tributos. Paralelamente, diversas universidades federais e estaduais reservam uma parcela de suas vagas para estudantes negros. Pelo fato de as universidades serem autônomas, o estatuto não determina um patamar mínimo para essa oferta. Ele apenas determina que o poder público adote, na forma de legislação específica, medidas destinadas à implementação de ações afirmativas, que assegurem o preenchimento por "afro-brasileiros" de cotas mínimas das vagas nos cursos de graduação em todas as instituições públicas federais e aos contratos do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies). Existem, atualmente, 54 instituições federais de ensino superior no Brasil. Dessas, pelo menos 20 reservam parte das vagas de acordo com a cor ou a condição social do candidato.RegulamentaçãoEssa regulamentação posterior permeia todo o texto do estatuto. Por não ser uma peça determinativa, Santana lembra que todas as propostas precisarão de projetos complementares. "O estatuto aponta caminhos", define o deputado fluminense. "Sua aprovação, no entanto, é o reconhecimento efetivo da necessidade de políticas afirmativas em todas as áreas e definirá o viés das discussões complementares", acrescentou. Conheça as propostas do Estatuto da Igualdade Racial Íntegra da proposta:- PL-6264/2005
Reportagem - Rodrigo BittarEdição - Wilson Silveira
http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=121227
Articulação nacional de quilombolas protesta contra a tv racista emperalista Globo

A CONAQ - Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas se prepara para realizar no próximo dia 5 de outubro um ato para questionar o papel das concessões públicas de televisão e o oligopólio das comunicações no país. O principal alvo da manifestação é a Rede Globo de Televisão, acusada de criminalizar e deslegitimar o movimento dos quilombolas. O ato pretende agregar outras entidades e movimentos sociais, e a idéia é que nesse dia haja um boicote à programação da Globo e que se realizem atividades nos quilombos sobre análise de mídia. Outras organizações que defendem a democratização da comunicação planejam manifestações para o mesmo dia para reivindicar transparência na outorga e renovação das concessões de rádio e televisão. A data foi escolhida pelas entidades pois nesse dia vencem as concessões da Rede Globo, TV Bandeirantes e TV Record. A manifestação dos quilombolas é motivada por matérias recentes veiculadas na imprensa com conteúdo discriminatório e que contestam tanto a legitimidade das comunidades quanto o reconhecimento, pelo Incra, de territórios que foram ocupados por quilombos durante a vigência do regime escravocrata no Brasil. O estopim da indignação foi uma reportagem veiculada no Jornal Nacional do dia 14 de maio deste ano, onde a emissora acusa a comunidade remanescente de São Francisco do Paraguaçu, em Cachoeira – BA, de falsificar documentos e, portanto, fraudar seu processo de legalização enquanto comunidade descendente, já aprovado pela Fundação Cultural Palmares, ligada ao Ministério da Cultura. Em nota divulgada na época ( leia aqui), a CONAQ acusava a Rede Globo de manipular os fatos em benefício dos fazendeiros locais.
A primeira iniciativa da CONAQ foi entrar com um pedido de direito de resposta contra a Rede Globo, que ainda não teve retorno. Agora, do ponto de vista jurídico, a entidade pretende procurar o Ministério Público para tomar as medidas cabíveis. "A reportagem veiculada pela Globo foi forjada. As entrevistas com o nosso povo foram simplesmente ignoradas. Até a Rede Record chegou a fazer uma reportagem negando o que havia passado na Globo, mas por pressão dos fazendeiros, ela nem chegou a ir ao ar", descreve Clédis Souza, uma das coordenadoras da CONAQ. Segundo os organizadores, a manifestação do dia 5 de outubro é mais uma oportunidade para demonstrar a insatisfação dos movimentos sociais com a mídia conservadora e suas investidas contra os setores populares. Clédis Souza diz que vários movimentos já foram contatados, como o MST e o movimento negro no sentido de se agregarem ao ato. "É importante, no dia 5 de outubro, que mostremos que também temos força para questionar esta emissora, fazendo um boicote que crie repercussão", conta.

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Confira o manifesto elaborado pela Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas:

CARTA CONVOCATÓRIA
A Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas - CONAQ, entidade representativa das comunidades quilombolas de todos os estados da Federação, convoca todas as entidades e movimentos sociais para construir o Dia Nacional de Repúdio à Emissora Rede Globo de Televisão. A nossa proposta é que o próximo dia 05 de outubro de 2007 fique marcado pela manifestação "GLOBO, A GENTE NÃO SE VÊ POR AQUI!", que irá expressar a indignação dos movimentos sociais criminalizados, direto ou indiretamente, por essa emissora. Nós, quilombolas, estamos vivenciando, como outros movimentos, de uma investida da REDE GLOBO com matérias que negam a nossa identidade étnica e contra o decreto 4887/03, que regulamenta o processo de titulação dos territórios de quilombos. Questionamos: . O jornalismo da Rede Globo, pois possui uma postura tendenciosa a serviço das oligarquias, cujos interesses sempre entram em conflito com os interesses das classes populares; . A formação da opinião pública dessa mídia, já que essas matérias acabam contribuindo para um maior desconhecimento da luta dos quilombolas e de outras lutas, desarticulando os diversos movimentos;. O ineficiente controle que todos os poderes públicos e sociedade possuem em relação a esta emissora, já que não se sabe quando se renova as suas concessões, não há fiscalização se os Direitos de Respostas são cumpridos, não há punições em relação às distorções cometidas, entre outras. Sugerimos que neste dia (05 de outubro) sejam realizadas atividades, nas quais se discutam sobre o papel da Rede Globo na sociedade brasileira, analisando como essa emissora desrespeita a diversidade dos movimentos sociais e de entidades. A nossa postura política representa um ato de repúdio ao abuso de um grupo de mídia privado que se utiliza da concessão pública para descredibilizar aqueles e aquelas, que há mais de 500 anos, constroem a história desse país. Contamos com a sua adesão.

Fonte: http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=913
Autor: Henrique Costa - Observatório do Direito à Comunicação
07/20,2007 Posted to Acontece

terça-feira, 6 de maio de 2008

segunda-feira, 5 de maio de 2008